Eu gosto de pessoas simples, bem humoradas e extrovertidas. Nem todo mundo tem a necessidade de ser Cult pra ser legal. O que move o mundo é o que realmente são as pessoas e o que elas fazem, e não o que elas fingem ser. Eu amo as crianças puras e sinceras, os pais de família trabalhadores e dedicados a dar sempre o pão de cada dia na mesa. E claro,as mães. Mães que amam seus filhos, cuidam deles e os tratam como último tesouro e oxigênio do mundo. Mãe essas que vão estar com você quando você precisar independente de brigas e discussões. Mães sim são melhores amigas e merecem respeito e valor. Mães sim são motivos para felicidade nesse mundo caótico de destruição e desordem.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
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Lorran Dias de Souza.
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07:52
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Ao pacifista.

Deixo aqui minhas sinceras homenagens a um dos Beatles mais famoso: John Winston Lennon. Nunca fui um "beatlemaniaco" ou algo parecido, mas sou um alguém que reconhece palavras boas, sinceras e bonitas quando vê. Nascido em Liverpool, morre dia 8 de Dezembro de 1980 friamente ao receber tiros de um fã na volta do estúdio. Um músico dotado de pensamentos que moveram as gerações da época e movem até hoje, John Winston Lennon pregava a paz, o amor, e observando suas músicas era contra as injustiças e os modos desnivelados e incorretos da sociedade. Ontem, oito de Dezembro de 2010 faz-se trinta anos sem a grande estrela. Esperamos, talvez em vão, que o mundo torne-se diferente e algum dia ouça as mensagens deixadas por ele e sua esposa Yoko Ono. War is over. If you want it.

" You may say I'm a dreamer, but I'm not the only one.
I hope some day you'll join us.
I hope some day you'll join us.
And the world will be as on "
imagine, john lennon.
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Lorran Dias de Souza.
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Sem saco pra dissimulação mútua e hipocrisia política.
Não quero saber dos fanáticos religiosos que querem lhe impôr e mostrar as suas regras tradicionais e dizer que seu santo e encanto são menos favorecidos.
Estou cheio dos falsos moralistas com sermões morais de uma sociedade injusta e de uma visão revolucionária e que continua com os seus gordos traseiros afundados em um sofá em frente a televisão.
Seja quem você é! Não precisa mostrar ser mais inteligente, ou mais esperto do que ninguém para ter seu próprio valor.
Valor que eu digo é o seu próprio. Valor que eu digo é o que você dá a si mesmo, é o que monta seu caráter e honra sua personalidade!
Aprenda que valores alheios são momentâneos, ninguém lhe dará valor para sempre e nem lhe contribuirá achando que tu serás sempre aquele que foi neste momento.
Fique perto de quem não finge contigo. Fique perto de quem te aceita como és.
Não banque o racional e o bom entendedor se o seu cérebro não ultrapassa o tamanho de uma noz. Não seja um porco imundo sedento por prazer inpuros com a máscara santa que obriga a mostrar todos os dias.
Ao menos a verdade. Ao menos a honestidade. Ao menos a integridade.
Não quero saber dos fanáticos religiosos que querem lhe impôr e mostrar as suas regras tradicionais e dizer que seu santo e encanto são menos favorecidos.
Estou cheio dos falsos moralistas com sermões morais de uma sociedade injusta e de uma visão revolucionária e que continua com os seus gordos traseiros afundados em um sofá em frente a televisão.
Seja quem você é! Não precisa mostrar ser mais inteligente, ou mais esperto do que ninguém para ter seu próprio valor.
Valor que eu digo é o seu próprio. Valor que eu digo é o que você dá a si mesmo, é o que monta seu caráter e honra sua personalidade!
Aprenda que valores alheios são momentâneos, ninguém lhe dará valor para sempre e nem lhe contribuirá achando que tu serás sempre aquele que foi neste momento.
Fique perto de quem não finge contigo. Fique perto de quem te aceita como és.
Não banque o racional e o bom entendedor se o seu cérebro não ultrapassa o tamanho de uma noz. Não seja um porco imundo sedento por prazer inpuros com a máscara santa que obriga a mostrar todos os dias.
Ao menos a verdade. Ao menos a honestidade. Ao menos a integridade.
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Lorran Dias de Souza.
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Rotina.
Três da manhã, dormi. Duas da tarde acordei, mas não levantei. Revirei-me pela cama jogando travesseiro no chão e enroscando o lençól lavado nas canelas. Eu estava conciente, podia sentir, ouvir mas não queria ver. Não queria abrir os olhos, não queria ver que ali estava eu em outro dia igual aos outros aonde eu me lavo, como, e vou para o computador. Arrisco notas melancólicas na guitarra e sempre volto ao computador. Vejo suas fotos, nossas fotos, ouço minhas músicas, nossas músicas. Lembro do passado e da dor que ficou ao saber que não é mais hoje o que foi ontem. Dói saber que nem tudo que reluz é ouro e nem tudo que é bom é pra sempre. Talvez eu não devesse ser tão radical. Talvez eu devesse ser mais solidário e pensar um pouco em você.
Pensar? Porque pensar? Todas as outras vezes eu sei que fui eu que me dooei, e que aguentei com força as dores pesadas que me atingiram o peito. Pelo menos uma vez quero o meu valor.
E o tempo passa, os sites passam, as músicas passam, e eu sempre volto ao velho Van Halen e aos meus textos melancólicos e idiotas que escrevo hora sim, hora não quando não me vem a maldita da preguiça (preguiça essa que me artomenta na hora de levantar). Recebo ligação, me chamam pra sair. Era tudo que eu queria, mas de repente não quero mais.
Tudo o que o passado me trás é saudade e desânimo. Nostalgia e insegurança. Tristeza e uma triste e inesplicável solidão. Converso na internet com pessoas de outros países, outros estados, buscando compartilhar o que sinto e o que penso. Esperando que alguém atenda com as mesmas espectativas que as minhas. Desligo o computador apressado com os berros do meu pai. E me deito pronto para rolar por no mínimo meia-hora a pensar naqueles que estão longe e me trazem a saudade a tona. Três horas da manhã, dormi.
Pensar? Porque pensar? Todas as outras vezes eu sei que fui eu que me dooei, e que aguentei com força as dores pesadas que me atingiram o peito. Pelo menos uma vez quero o meu valor.
E o tempo passa, os sites passam, as músicas passam, e eu sempre volto ao velho Van Halen e aos meus textos melancólicos e idiotas que escrevo hora sim, hora não quando não me vem a maldita da preguiça (preguiça essa que me artomenta na hora de levantar). Recebo ligação, me chamam pra sair. Era tudo que eu queria, mas de repente não quero mais.
Tudo o que o passado me trás é saudade e desânimo. Nostalgia e insegurança. Tristeza e uma triste e inesplicável solidão. Converso na internet com pessoas de outros países, outros estados, buscando compartilhar o que sinto e o que penso. Esperando que alguém atenda com as mesmas espectativas que as minhas. Desligo o computador apressado com os berros do meu pai. E me deito pronto para rolar por no mínimo meia-hora a pensar naqueles que estão longe e me trazem a saudade a tona. Três horas da manhã, dormi.
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15:53
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sábado, 4 de dezembro de 2010
Aleatório
Eu sou lindo, feliz e nada me atinge. Mentira.
Sou bem realizado e posso dizer que minha vida nunca foi melhor do que é hoje. Mentira.
Estou com quem eu amo, meus maiores amigos estão ao meu lado e eu sinto que vou ganhar na megasena. Mentira.
Eu não choro de noite, não finjo a mim mesmo coisas que nunca vão acontecer pra simular a um suposto subconsciente mal formulado que seu amor morreu. Mentira.
Eu não bebo, faço sexo todo dia e ainda conto vantagens sobre quantas eu me cruzei numa noite só. Mentira.
Não me preocupo com estudos, nem com meu futuro. Já tenho tudo em mãos. Mentira.
Não choro, não me enlouqueço nem brigo com meus irmãos. Mentira.
Vivo a me inspirar, choros a soluçar e fingir que poemas meia-bocas sei criar para quem sabe um dia eu acertar o quanto eu posso fazer as pessoas lerem minhas maiores calúnias e histórias. Dura verdade.
Sou bem realizado e posso dizer que minha vida nunca foi melhor do que é hoje. Mentira.
Estou com quem eu amo, meus maiores amigos estão ao meu lado e eu sinto que vou ganhar na megasena. Mentira.
Eu não choro de noite, não finjo a mim mesmo coisas que nunca vão acontecer pra simular a um suposto subconsciente mal formulado que seu amor morreu. Mentira.
Eu não bebo, faço sexo todo dia e ainda conto vantagens sobre quantas eu me cruzei numa noite só. Mentira.
Não me preocupo com estudos, nem com meu futuro. Já tenho tudo em mãos. Mentira.
Não choro, não me enlouqueço nem brigo com meus irmãos. Mentira.
Vivo a me inspirar, choros a soluçar e fingir que poemas meia-bocas sei criar para quem sabe um dia eu acertar o quanto eu posso fazer as pessoas lerem minhas maiores calúnias e histórias. Dura verdade.
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Sabe o que eu quero?
Eu quero minha cerveja e minhas meninas para me agradar. Eu quero me afundar em alegria e ser o tão fútil possível pra te esquecer, baby. Parece mesmo que eu gosto de você. Você que me causa dor, me machuca e me destrói por dentro.
Você que usa argumentos, injustos, impuros e sem fundamentos. Você que me magoa sem saber e me enloquece sem sentir. Você, doença em forma de gente, armada até os dentes, do seu poderoso veneno encantador. Pra seu malígno já tenho meu benígno! E eu consigo ele num bar, com os amigos dentro dum copo de 500 ml.
Meus medos, meu receio, minha frustração. Agora quem não quer seus lábios sou eu e espero que não seja só mais um delírio de goró. Você é o medo na minha cabeça. Mas eu não sabia mais se era medo ou desejo.
Eu sei que sou confuso e idiota. Me atrapalho nas minhas palavras e dou sempre incerteza das minhas intenções. E também dos meus pensamentos.
Mas sei que posso te dar uma única certeza: Te amei com todas as minhas forças e mais do que ninguém possa ter te amado.
Amei com dor, com peso, com excesso de amarguras. Amei com sentimento, ferimentos e até felizes momentos que pude compartilhar.
Esse meu estranho lado de tender ao improvável e gostar do que é impossível.
Essa minha estranha vontade de ter você toda noite quando sei que não existe meios para esse fim, garota.
Mas não faz mal. Não mais. Amanhã é outro dia e tenho mais alcóol pra me embededar e mais risos a dar com quem me faz desencanar do seu grande veneno encantador. Outro dia pra sorrir e sofrer, amar e perecer no seu eterno esplendor. Ah, seu eu pudesse ser menos dependente desse teu veneno, garota. Ah, se eu pudesse.
Você que usa argumentos, injustos, impuros e sem fundamentos. Você que me magoa sem saber e me enloquece sem sentir. Você, doença em forma de gente, armada até os dentes, do seu poderoso veneno encantador. Pra seu malígno já tenho meu benígno! E eu consigo ele num bar, com os amigos dentro dum copo de 500 ml.
Meus medos, meu receio, minha frustração. Agora quem não quer seus lábios sou eu e espero que não seja só mais um delírio de goró. Você é o medo na minha cabeça. Mas eu não sabia mais se era medo ou desejo.
Eu sei que sou confuso e idiota. Me atrapalho nas minhas palavras e dou sempre incerteza das minhas intenções. E também dos meus pensamentos.
Mas sei que posso te dar uma única certeza: Te amei com todas as minhas forças e mais do que ninguém possa ter te amado.
Amei com dor, com peso, com excesso de amarguras. Amei com sentimento, ferimentos e até felizes momentos que pude compartilhar.
Esse meu estranho lado de tender ao improvável e gostar do que é impossível.
Essa minha estranha vontade de ter você toda noite quando sei que não existe meios para esse fim, garota.
Mas não faz mal. Não mais. Amanhã é outro dia e tenho mais alcóol pra me embededar e mais risos a dar com quem me faz desencanar do seu grande veneno encantador. Outro dia pra sorrir e sofrer, amar e perecer no seu eterno esplendor. Ah, seu eu pudesse ser menos dependente desse teu veneno, garota. Ah, se eu pudesse.
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